Será que as mulheres realmente falam demais ou é só fama?


Não sei e não quero saber. Mas pelo que veremos nessa pesquisa, a razão está com elas.


Parece que adoram conversar entre elas, com a família e até sozinhas. Para elas tudo é assunto.



Conforme pesquisa nos Estados Unidos, esse hábito é muito saudável porque pode ajudá-las a viverem mais tempo de vida.



Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina Albert Einstein da Universidade de Yeshiva, nos Estados Unidos, demonstra que as atitudes cotidianas podem ser tão importantes quanto os genes na hora de determinar a expectativa de vida de uma pessoa.


Foram indicadas na pesquisa algumas características, como conversar bastante, para ajudar a prolongar ainda mais o nosso tempo da existência.

Os pesquisadores estudaram a personalidade e carga genética de 250 idosos entre 95 e 112 anos.


Independentemente dos genes, existem fatores comuns que são positivos para uma vida mais longa, como conversar bastante com as outras pessoas.


A explicação é bem simples: as pessoas que gostam de conversar são vistas como mais otimistas e empolgadas com a vida do que aquelas que raramente estão disponíveis para uma conversa.


Os pesquisadores atribuem essa extroversão natural a uma melhor qualidade de vida, já que quanto melhor estamos, mais nossos corpos se acalmam e o nosso nível de estresse diminui.


As pessoas que falam muito, na maioria das vezes, também sabem como expressar com palavras os seus próprios sentimentos. Dai que dificilmente ficam sufocadas por tristezas e angústias em seu interior.


O professor da Universidade de Nova York e psiquiatra Luis Rojas Marcos realizou um estudo, abordado em seu livro “Somos o que falamos”, explicando que devemos falar no mínimo 15 mil palavras por dia, se quisermos conquistar alguns anos a mais de vida.


Falar é benéfico para a saúde mental e que não necessariamente a fala precisa ser realizada com pessoas, mas também com plantas e animais.

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