Saber é poder? Não mais, talvez. Hoje saber e saber que sabe é que confere poder para ser.

Por isso, considerável a necessidade de aprender, mesmo que um pouco da Neurociência. A ciência que estuda exclusivamente tudo o que fazemos e pensamos, decorrências dos comandos no cérebro, por meio de sinapses.


A Neurociência pesquisa o sistema nervoso, seu funcionamento, sua estrutura e suas alterações, com três elementos principais: o cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos, responsáveis pelo funcionamento do corpo, tanto as atividades voluntárias como as involuntárias.

A Neurociência é uma ciência fantástica, mas ainda pouco estudada em comparação com outras áreas do conhecimento.

Suas pesquisas contribuem para a melhoria do processo de ensino aprendizagem e da educação como um todo.


Podemos concordar com os pesquisadores que afirmam estarmos vivendo o século do cérebro, através desta ciência inovadora.

Bom anotarmos o contexto histórico e a origem da Neurociência, o início dos estudos sobre ela no Brasil, o conceito que fundamenta esse termo, os campos de estudo vinculados às pesquisas da Neurociência e as suas contribuições para o processo de ensino-aprendizagem e/ou para a educação como um todo.

O estudo da mente iniciou-se na Grécia Antiga como estudo filosófico, a base para a descoberta dos níveis de consciência, que originou os estudos chamados hoje de Neurociência, referindo-se diretamente às bases neurobiológicas.

Os decorrentes avanços da tecnologia e a aplicação desta nas pesquisas neurobiológicas subdividiram a Neurociência em campos de estudos, beneficiando diversas áreas do conhecimento, entre elas a educação.

Precisamos conhecer o melhor possível as moderníssimas pesquisas sobre Neurociência e suas contribuições principalmente para o processo de transmissão do conhecimento na educação, pesquisas de doenças degenerativas, formação do cérebro, expansão da memória, criação da consciência e experiência do sentido da vida.


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