“Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Basil”

              A qualidade da educação no Brasil , há tempos, vem sendo colocada à prova, por meio das pesquisas que desagradavelmente revelam que o ensino fundamental e médio deixam muito a desejar por aqui.


               Numa pesquisa oficial a Organização para a Cooperação e  Desenvolvimento Econômico – OCDE, que está publicada desde fevereiro de 2016, o Brasil pegou o segundo lugar na desonrosa classificação dos alunos com baixo nível em matemática básica, ciências e leitura, quando comparado a outros 64 países do mundo.


               Trocando em miúdos: estes alunos não conseguem compreender o que leem e não têm conhecimento elementar em matemática ou ciências. 

                Quando o aluno não vai bem, observa-se um problema de aprendizagem, que está intimamente atrelado ao problema do ensino. 

                Esse sistema vicioso macula o presente mutilando o futuro da educação comprometendo a qualidade do processo de ensino-aprendizagem. 

               Conclui-se dai que há um despreparo dos professores para que possam promover um ensino de melhor qualidade e quem prepara esses professores é a universidade, especialmente o seu corpo docente.

                Sem dúvida, é preciso questionar como as instituições que preparam e formam os docentes está desempenhando (ou não) o seu papel.

               Cabe às instituições de ensino superior contribuir na construção do conhecimento científico, fazendo a sua gestão adequada. 

             Por sua vez, o que se percebe é que as contribuições teóricas são muito fortes, mas, na prática, há um distanciamento entre o que se discute na academia e o que acontece na sala de aula.


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