Fui visitar um amigo irmão em São Paulo, em situação de Parkinson.

Dede que comecei a estudar a Neurociência coisas incrivíveis tem acontecido na minha vida e eu sei contá-las uma a uma.

Interessante essa do meu amigo. Estive na casa dela com o meu filho Lucas Rossi e seu companheiro de trabalho na Arapuá Filmes, Henrique Abud. Eles estão fazendo um filme document´pario sensacional sobre esse amigo, que é um professor de Direitos Humanos, Cientista Político e jornalista reconhecido.


Falo de Dermi Azevedo, entre muitas, o fundador do PT no Rio Grande do Norte e fundador do Núcleo São Maximiliano Kolbe, que trabalha  estrategicamente questões anti-tortura no Brasil.

Vendo o jeito como as doenças degenrativas atingem o ser humano, eu fico sempre estarrecido e solidário.

Sobre a fala combativa dele mas fisicamente ofegante ficquei sem ação. Ele sempre foi dono de fortes expressões., de uma fala condensada e livre, de um tom de voz vívido e gesticuçaão larga, expressiva e contundente.

Parecia que estava  num personagem cinematográfico fazendo outra pessoa e não ele mesmo em seu próprio documentário.



Joguei para o universo uma pergunta que tem sido a minha salvação sempre, em todo lugar, de todas as formas:

O QUE PODE SER MELHOR AQUI, INCLUSIVE PARA ELE?

O QUE MAIS É POSSIVEL PARA TODOS?

Como que catapultado pela crença o universo me levantou do sofá e eu venci a timidez de falar algo tão diferente para todos. Falei nada não. Apenas me levantei e apliquei alguns pontos de barra de access e o que pode ser melhor aparreceu.

Ele começou a falar como antigamente. Com vivacidade impresionante e a contar piadas como sempre fez.

Ao andar seus passos estavam mais perfeitos, embora devesse alguma perfeição também. Mas eu sai dali certo que tudo é possível ao que pergunta com despretensão e se coloca na direção do outro.

O que mais é possível?

Peça e receberás.

Tudo é possível ao que pede.

0 Comentários