Por fim, é importante desenvolver empatia e se esforçar para ser mais flexíveil compreensível, amoroso, mas não tolos, safando-se das relações abusivas.

Algumas pessoas testam a nossa paciência, sempre têm pontos de vistas diferentes do nosso e até parecem que são como uma pedra no sapato.

Mas para ARUN GANDHI, Fundador e presidente do M. K. Gandhi Institute for Nonviolenceviver, para que vivamos em paz, precisamos deixar “que venha à tona aquilo que existe de positivo em nós e que sejamos dominados pelo amor, respeito, compreensão, gratidão, compaixão e preocupação com os outros, em vez de o sermos pelas atitudes egocêntricas, egoístas, gananciosas, odientas, preconceituosas, suspeitosas e agressivas que costumam dominar nosso pensamento”.

Sem perceber, muitas vezes deduzimos que sabemos o que o outro está pensando ou sentindo a nosso respeito e nos comportamos defensiva ou ofensivamente.



Tentamos forçar as pessoas a pensarem como nós, rotulamos e julgamos entre certo e errado, de acordo com nossos valores e crenças, mas, na maioria das vezes, não temos consciência disso.

“Para além das ideias de certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você lá.” Rumi
Contextualizando a citação do poeta sufi, podemos dizer que precisamos transcender tudo isso, aceitando as diferenças como uma riqueza de conhecimento, que podemos trocar e, no mínimo, respeitar.


Para melhorar nossa vida, o primeiro passo seria praticar a auto observação de nossos pensamentos, sentimentos e comportamentos em nossas relações. Depois identificar e expressar os nossos sentimentos, pois isso irá ajudar a resolver muitos conflitos. Quando recebemos uma mensagem negativa, tendemos a sentir culpa e nos vitimizar, atribuindo o que estamos sentindo aos outros, ao invés de procurar entender o que realmente está acontecendo.

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