Tinder Maior e mais popular app para paquera, o Tinder sugere pessoas que estão próximas à sua localização atual e que têm interesses em comum com você. Se você gostar da foto, arraste o dedo para a direita (curtir). Se a pessoa também curtir o seu perfil, ambos recebem um aviso e podem trocar mensagem. Se você se interessar pela foto principal mas quiser investigar um pouco mais antes de curtir, é possível ver interesses e amigos em comum, além de navegar por outras fotos, se houver.

Grindr Voltado para o público gay masculino, a rede social também é baseada na localização geográfica, sugerindo os usuários que estão mais próximos de você. O funcionamento é simples: basta navegar pelas fotos e, quando vir alguém que interessar, iniciar o bate-papo via mensagem de texto. O app também conta com a função de enviar fotos. (Foto: Reprodução)

Scruff Também voltado para homens homossexuais e bissexuais, o app conseguiu superar a popularidade do Grindr, atingindo sua segunda maior base de usuários no Brasil. O diferencial do Scruff é que ele permite buscas por comunidades, como "Universitário", e ainda conta com opção para transgêneros. O programa mostra quem está online nas proximidades e permite o compartilhamento de álbuns de fotos privados.


Down É o antigo e polêmico ‘Bang With Friends’, que causou reboliço ao ser lançado e teve de ter seu nome trocado. Agora, o app não é mais voltado apenas para encontros sexuais (na teoria), mas ainda utiliza como base a lista de amigos do Facebook. O usuário deve indicar quais amigos lhe atraem; se a pessoa também demonstrar interesse, ambos são notificados. Caso contrário, ninguém ficará sabendo. (Foto: Reprodução)

 Anomo O objetivo do app é conectar pessoas em um nível de intimidade mais aprofundado, e não apenas baseado na aparência física. Os usuários possuem um avatar no lugar da foto do perfil e usam jogos de compatibilidade para se conhecerem. Só depois de certo tempo que fotos e informações são divididas. (Foto: Reprodução)

 Anonyfish Tem a mesma proposta do Anomo. No entanto, no Anonyfish, as intenções de marcar encontros sexuais e absolutamente casuais são muito mais claras e frequentes. (Foto: Reprodução)

 Twoo O app pede que o usuário crie um perfil com foto, informações pessoais e interesses. É possível encontrar amigos no aplicativo por meio dos endereços de e-mail, então ele também funciona como uma rede social como o Facebook. Perfis aleatórios aparecem para o usuário, que escolhe quem gostaria ou não de conhecer.

Brenda É a versão do Grindr para mulheres homossexuais. Basta preencher as informações do perfil, com nome, idade, altura, peso, descrição e fotos, permitir o acesso à sua localização pelo GPS e navegar pelas fotos de outras meninas que estão perto de você. É possível filtrar a pesquisa por idade ou procurar apenas usuárias que estão online naquele momento. (Foto: Reprodução)

Dattch Também voltado para o público gay feminino, o Dattch exige log in pelo Facebook para assegurar que todas as usuárias sejam realmente mulheres. Apesar de disponibilizar espaço para fotos, o app encoraja o público a buscar um contato mais aprofundado, baseado em interesses mútuos, e não apenas atração física. Quando a usuária que você curtiu curtir a sua foto também, abre-se uma janela para conversa. 

WeChat É uma espécie de WhatsApp onde, além de manter conversas com a lista de contatos, é possível conhecer pessoas novas que estão perto de você. Há a função de bate-papo em grupo, onde pessoas da mesma região conversam entre si e, se desejarem, abrem uma janela privada com alguém que lhes interessou. Outro mecanismo interessante é o de ‘Agitar’, que conecta dois usuários que sacudiram seus celulares ao mesmo tempo.




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