Uma coisa é certa: quando duas pessoas estão apaixonadas, existe mesmo química entre elas. A Química do Amor é uma série bem bolada onde uma neurocientista estuda diversos casais para entender a diferença entre o cérebro de homens e mulheres. Mas pelo meio do caminho a coisa muda de figura, pois ela se apaixona.
Dirigida por Ehitney Cummings, a Netflix produziu uma série que caracteriza de forma bem jocosa a diferença neural entre mulheres e homens. Baseada nos estudos da Neurociência a redação do roteiro leva para um caminho que pode ajudar a pelo menos justificar a pergunta: qual o sentido de ser casado? Para muito além do dicotomia razão/emoção, ódio/amor, falar/ouvir/calar o caminho da produção leva ao infinito e além de tudo que for resposta que venha antes da pergunta.
Os relacionamentos amorosos pelo ponto de vista neurológico é também surpreendente. O funcionamento interno do cérebro de mulheres e homens, o poder da química cerebral entre casais em diferentes estágios das suas relações tudo isso a série deixa bem claro e ficou muito bem exposto, de forma interessante e plasticamente atrattiva. Na química do amor na vida real representa um complexo fenômeno neurobiológico que acontece em nosso corpo. Isso explica por que sentimos algumas sensações quando nos apaixonamos ou quando fazemos sexo com determinadas pessoas. O amor é um complexo fenômeno neurobiológico, baseado em atividades cerebrais, que incluem principalmente certas moléculas, denominadas de hormônios. Esse nome é de origem grega, significando “incitar”, exatamente porque os hormônios têm a função de levar mensagens químicas, coordenando as atividades de diferentes células em organismos multicelulares. A terapia de Barra de Access tem intensificado o amor em muitos amores. Esse sentimento que transforma vidas, que traz uma explosão de sensações, como euforia, desejos, confiança, contentamento, prazer, angústia, tristeza e tantas outras sensações que nos fazem por vezes até mesmo agir como tolos. Quando estamos apaixonados, acontecem inúmeras explosões químicas dentro de nosso corpo. O beijo, o cheiro, o ciúme, o carinho, a primeira relação sexual etc. Para todos esses momentos, a ciência tem uma explicação e revelações espantosas. Outra terapia maravilhosa que fortalece os laços de amor e de pertencimento é a CONSTELAÇÃO FAMILIAR. Mas, pergunto: será que a ciência explica mesmo o amor? Como? Ela o divide em 3 fases que um dia podemos retomá-las todas aqui no blogue. Na 1ª fase: Nessa fase, as sensações e o desejo sexual são iniciados no corpo humano. Eles são despertados pela circulação dos hormônios sexuais, iniciada na adolescência: a testosterona, nos homens, e o estrogênio, nas mulheres. Mesmo antes de encontrarmos o ser amado, quando ainda estamos procurando um parceiro, sentimos uma necessidade de formarmos pares, porque isso assegura a geração de descendentes e oferece um ambiente seguro que permita ao ser gerado poder amadurecer e tornar-se capaz de sobreviver sozinho. Quando vemos a pessoa amada, as nossas pupilas se dilatam, o rosto fica vermelho, os batimentos do coração aceleram, nos arrepiamos, as mãos suam e os lábios ficam mais rosados. Isso ocorre porque o sangue corre pelos minúsculos vasos debaixo da pele, a temperatura de nosso corpo sobe e se produz mais noradrenalina, que é o hormônio que acelera os batimentos do coração. No cérebro, há uma explosão de reações causadas pelos neurotransmissores. Um deles é a dopamina, o neurotransmissor do prazer. Ao olharmos a pessoa, mesmo que seja só uma foto, temos uma sensação agradável, parecida com a de comer um doce, uma comida predileta ou mesmo uma droga. A serotonina é o hormônio que nos torna obcecados. Essas substâncias produzidas em nosso corpo são muito parecidas com drogas do tipo anfetaminas.

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