O que mais é possivel saber a repeito dos fenômenos nerológicos que ocorrem dentro do cérebro humano que ainda com perseverança e curiosidade vamos descobrir? 

Resultado de imagem para idosos na internet
Uma pesquisa recente, deveras modernosa e arrojada,  com um questionário científico fundamentado por uma equipe multidisciplinar de notáveis da Medicina Oncológica, da Neurociência, Antropologia, cientistas da computação, publicitários entre muitos outros afins como também neuropadagogos, andragogos e geriatras inclusive.
Depois de processar as informações colhidas a equipe acabou concluindo que já se pode começar a entender que os usuários da Internet são mais propensos a participar de comportamentos preventivos do câncer. Opa! Verdade, apesar do que ouvimos falar até agora sobre os efeitos negativos de se ficar sentado por horas com os olhos colados no computador.
E isso não se aplica a qualquer usuário da Internet. O estudo foi conduzido em uma população de homens e mulheres idosos que usaram a Internet regularmente no tempo estipulado, achando que essas pessoas geralmente conduzem um estilo de vida muito mais saudável do que aqueles que não são usuários da Internet com essa mesma idade.
O estudo foi conduzido por Jeremy Moore com exclusividade para a  Associação Americana de Pesquisa do Câncer em um universo estimado em aproximadamente seis mil idosos, com idade a partir dos 50 anos.
Talvez um dia possamos falar mais  aqui das conclusões, que foram muito interessantes e, para mim, sinceramente, foram também surpreendentes.
A equipe descobriu e divulgou com bastante empolgação  que os homens e mulheres mais velhos que usam a Internet são mais propensos a participar do rastreamento do câncer colo retal, comer mais saudável, fumar menos e levar um estilo de vida mais ativo do que aqueles que não usam a Internet.
O cérebro humano é fascinante. Bilhões de neurônios com trilhões de conexões permitem que esse órgão realize coisas fantásticas assim. Não falamos muito e nem parece hoje, mas antigamente era a leitura que cumpria essa função e as pesquisas também diziam a mesma coisa. Ler um texto como este era uma delas: seus olhos enviam informação visual para o órgão que, por sua vez, interpreta cada símbolo (letra), “monta” as palavras e contextualiza tudo, trazendo, por fim, a compreensão. Depois o fenômeno foi transferido para o rádio, para o cinema, para a TV, para o lazer.
Provavelmente, ler é uma tarefa trivial para muitos, agora mais do que nunca, em tempos de culto à multimídia e de super exposição nas redes sociais.
Mas, cá entre nós, você deve se lembrar de que nem sempre foi assim. Lá na sua infância, lhe ensinaram que ‘b’ com ‘a’ é ‘bá’ e que depois do ’10’ vem uma infinidade de números.
Hoje, você para o carro na subida e quase nem se incomoda, sem pensar em todos os movimentos necessários para isso. Porém, durante algum tempo no passado, os motoristas penavam e deixavam o carro morrer, deu solavancos na hora de sair com ele, tentou trocar de marcha lembrando tardiamente que é necessário pisar na embreagem antes

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