O que você não percebe, o que escapa à sua consciência não existe para você. Por isso diziam, rindo, os antigos teólogos que para o céu vão de mãos dadas o santo e o ignorante. O santo porque sabia de tudo e praticou e o ignorante que não praticou nada porque não tinha conhecimento de nada.

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Você já se deu a oportunidade, mesmo que por simples curiosidade, de parar e estudar essa máquina sagrada do corpo humano chamada cérebro? Vale por uma série de outros prazeres de muito menor significado, vai por mim. O que não acontece no cérebro não acontece em lugar nenhum para você, já pensou nisso? O que você não percebe, o que escapa à sua consciência não existe para você. Por isso dizem, rindo, os antigos teólogos que para o céu vão de mãos dadas o santo e o ignorante. O santo porque sabia de tudo e praticou e o ignorante que não praticou nada porque não tinha conhecimento de nada.
  O cérebro humano é fascinante. Bilhões de neurônios com trilhões de conexões permitem que esse órgão realize coisas fantásticas assim. Não falamos muito e nem parece hoje, mas antigamente era a leitura que cumpria essa função e as pesquisas também diziam a mesma coisa. Ler um texto como este era uma delas: seus olhos enviam informação visual para o órgão que, por sua vez, interpreta cada símbolo (letra), “monta” as palavras e contextualiza tudo, trazendo, por fim, a compreensão. Depois o fenômeno foi transferido para o rádio, para o cinema, para a TV, para o lazer.
Provavelmente, ler é uma tarefa trivial para muitos, agora mais do que nunca, em tempos de culto à multimídia e de super exposição nas redes sociais.
Mas, cá entre nós, você deve se lembrar de que nem sempre foi assim. Lá na sua infância, lhe ensinaram que ‘b’ com ‘a’ é ‘bá’ e que depois do ’10’ vem uma infinidade de números.
Hoje, você para o carro na subida e quase nem se incomoda, sem pensar em todos os movimentos necessários para isso. Porém, durante algum tempo no passado, os motoristas penavam e deixavam o carro morrer, dava solavancos feito pinotes de cavalo na hora de sair com ele, que tentou trocar de marcha lembrando tardiamente que era necessário pisar lentamente na embreagem e acelerar para manter o ritmo normal do funcionamento do motor. Era terrível.


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